Black Roses

Tuesday, July 07, 2009

Depois da campainha soar, não tive muito tempo para o que quer que fosse.
De facto, ali estavam os 3, à minha frente, ou quase... E eu assim, praticamente quase sem roupa. Excepto a camisa, que nitidamente não era minha, mas que por qualquer motivo eu tinha herdado...
Ainda em quase choque, eles chegaram à porta, e Ela abriu-a. Entrou e cumprimentou-me, vinha com a pica toda. Logo atrás dela, veio Ele e finalmente o Outro.
Ela estava completamente eléctrica. Não se calou um segundo. Praticamente parecia ser Ela a dona da casa. Mas enfim, de facto acabava por ser um pouco, já tinhamos conquistado e partilhado essa confiança para nos podermos sentir «dona» da casa da outra...
Em muito pouco tempo, quase nada, ela tratou de abrir uma garrafa de vinho, de ir buscar os copos. E entre conversas entre-cortadas com comentários a isto ou àquilo, e conversando alternadamente com todos... Tornou a fazer das d'Ela.

Entrou no meu quarto. Mergulhou no meu armário, e em menos de uma faísca, encontrou algo que só poderia queria dizer uma única coisa, Ela estava ali, para me arrastar com ela para mais uma saída, sem qualquer previsão de hora, sítio ou como iria acabar...
Estava tão efusiva, que era impossível dizer-lhe que não.

Fiz-lhe a vontade. E enquanto Ele e o Outro, estavam entretidos algures na sala, de acordo com o que Ela me disse, decidi por de facto fazer um pequeno esforço para não pensar muito nas coisas, aliás para não pensar de todo em nada, a não ser em preparar-me para me ir divertir...
Ainda não sei muito bem como é que o fez, mas enquanto entrei para o duche e saí, Ela tratou de improvisar um jantar, para os 4.

Ao voltar à sala, já com música ambiente, Ele estava junto a Ela, preparando bebidas... E o Outro estava em pé junto à minha janela preferida da casa, na mão tinha uma das minhas telas.
Uma tela que eu tinha iniciado há vários meses, e que embora já várias vozes me tivesses dito que estava bastante gira, eu não a considerava terminada, e por ali a tinha deixado, até que assim a considerasse.
E quando entrei, e vi aquela imagem, a tela ficou terminada, ou pelo menos assim a senti...
Don't Cry... - G&R

Saturday, July 04, 2009

AVISO À NAVEGAÇÃO


Por vários motivos, já referidos e nunca enunciados, é bastante possível, aliás provável que a partir dos próximos dias, e durante perto de 2 semanas, a quantidade de textos aqui publicados decaiam.
Não afirmarei de forma decisiva, pois não sei até que ponto, poderei ou não ter acesso a algum computador (o que daria um certo jeito, mais não fosse para descarregar fotos), nos dias que se seguirão.
E além disso, também não sei qual será o meu tempo, das 24 horas de um dia, que terei disponível para mim.
Esta ausência bloggosférica, irá ocorrer não só a nível dos meus textos publicados, mas também a nível das minhas visitas aos meus bloggs de eleição (e que saudades eu vou ter Animal & Waldorf... mas ponham-se atentos à programação do primeiro canal, que logo hão-de ter muito material de escrita).
E claro está, o que ocorre no blogg, irá também ocorrer no msn, e provavelmente no mail. Embora eu vá tentando dar uma espreitadela rapidinha a esse, mas não será muito seguro. Ou seja passarei a andar apenas com os telemóveis, que me manterão em contacto com o Mundo.
Chego a casa.
Não ligo quase luz nenhuma. Apenas o essencial para não haver nenhuma desgraça.
Calmamente, dirijo-me à aparelhagem e ponho alguma música de fundo, para ajudar a relaxar e para fazer um pouco de companhia.
Enquanto, o ritmo calmo da Bossa Nova aliada ao Jazz preenche todo o espaço, preparo-me para um banho rápido, mas que espero revigorante.
Os telefones, esses hoje ficaram todo o dia em casa, dentro de uma gaveta e totalmente sem som, para nem haver a tentação de os ir olhar, se e quando tocassem.
O banho, de facto revelou-se bastante revigorante. Pelo menos o suficiente para eu me decidir a tomar coragem, para me sentar em frente a uma tela.
Ao fim de uma hora, talvez nem tanto, deixo a tela. Ainda não está pronta, mas não tenho pressa. Foi algo que aprendi, que nestas coisas, tal como em outras, não se deve forçar muito, deve-se deixar fluir. E hoje ao principio da noite, ao som daquele ritmo suave e envolvente, com um copo de vinho a acompanhar, o quadro estava a fluir bem.
Quando parei, lembrei-me dos telefones. Pensei em ir buscá-los, ou se os deveria deixar estar até ao dia seguinte...

Enquanto tentava decidir, a campainha tocou...
Quando vi quem era, nem queria acreditar. Era Ela. E com ela trazia-o a Ele, e ao Outro.
E o Outro era afinal...

...O motivador de tanta fluidez.

Friday, July 03, 2009

Research...

Todos os momentos são bons para aprender. Todos os motivos, são bons motivos para se descobrir algo mais sobre determinado tema, local, assunto, ou cultura...

Enfim, viver é aprender, e não dá para viver com qualidade sem aumentarmos o nosso espectro de conhecimentos.

Se aliado à aprendizagem vier uma experiência única, ou se a experiência única for a motivação a desculpa que faltava para aprender um pouco mais sobre qualquer coisa, então melhor ainda...

E que sejamos maduros o suficiente para vivermos tudo isso com o máximo dos nossos sentidos e bem alerta.




PS: e agora vou continuar a minha pesquisazinha... e a minha aprendizagem...

Wednesday, July 01, 2009

O sítio mais calmo do mundo, naqueles dias, para nós torna-se o centro do Mundo, o sítio mais importante, o único sítio onde queremos e poderíamos estar.
O ritmo calmo dos dias de brincadeira e passeios, e das noites de conversas entre uma cerveja e outra, e entre jogos de «matrecos» ou snooker, dá lugar ao ritmo frenético de…

… gente a chegar
... risos
… gargalhadas
… beijos
… abraços
... Re-encontros!!!

E finalmente, a principal noite chega. Toda a gente sabe os horários, e todos os cumprem, à hora de sempre, no ponto de encontro que não deixa enganos, o mais central possível.
Não podia pensar que o encontraria, ao fim de tanto tempo… Mas a verdade é que ele lá estava, como prometido.

Quem nos visse de longe, não imaginaria o tempo que tinhamos estado sem nos ver, pois a cumplicidade não sofreu qualquer alteração nem belisco pelo tempo, pela distância, pela separação. Os nossos olhares ainda falavam a mesma linguagem.
E assim entre uma cerveja e outra, a conversa foi ficando actualizada até parecer que nunca tinhamos saído da vida um do outro, e a noite a pouco e pouco foi dando lugar à madrugada.

Com a chegada da madrugada tudo mudou…
A música que nos envolvia, ficou mais baixa e calma;
O tema da conversa, que deixou de lado o Passado e se debruçou sobre o Presente e acima de tudo sobre o Futuro;
A bebida, que com a temperatura a que estava já estava a deixar marcas nas cordas vocais e na garganta; e ...
O sítio, quem diz que só as crianças é que podem andar de baloiço? Por isso mesmo deixámos as cadeiras imóveis de jardim, para os baloiços do recreio.

A madrugada voou, no tempo, nas palavras, nos sonhos que delineámos, e logo depois quase sem darmos por isso ouvimos o som do dia a chegar. E nesse momento só havia uma coisa a fazer, fazer cumprir a tradição.
Assim, deixámos os baloiços, e em passo ditado por todo o ritmo à nossa volta, não fazendo mais barulho que nada, chegámos ao sítio mais alto. Contornámo-lo, a 180º, para chegarmos ao lado Este. Ainda não tinha começado, mas já não deveria faltar muito mais.
Em poucos minutos, todos os de sempre, chegaram junto de nós, sentando-se como nós, no chão. E em conversa calma e amena, o Sol nasceu.
E nós por ali continuámos… Como sempre...




Certos momentos, mesmo quando se tornam rituais, ou tradições, tornam-se únicos, especiais. Não apenas pelo seu simbolismo geral, pelo significado único e pessoal que cada um de nós lhes atribui, mas também pelas pessoas que o partilham conosco, que se tornam parte dele, e que conosco comungam dele. Há momentos, que por mais que os vivamos, recordemos, revivamos, relembremos, serão sempre diferentes, quando os tornamos a viver, e mesmo quando os tornamos a recordar. Porque sendo sempre iguais, são sempre diferentes, há sempre algo que muda, nem que seja o que aprendemos e o que vivemos e que esse momento vai permitir concluir.

Tuesday, June 30, 2009

Como se está...


E de novo eis o meu estado... Estudando bastante, para os dois que faltam!!!

Dúvidas...


Porque é que a incompetência é aceite, e às vezes ignorada quando acontece. Como se não tivesse mal nenhum???

A sério, é uma coisa que me causa muita confusão.
Se uma pessoa não é capaz de fazer alguma coisa, por não ter capacidade, e não ter formação, então porque é que continuam a permitir que o continue a fazer sem lhe darem a formação adequada e devida???

Monday, June 29, 2009

Natal...


... é quando um Homem quer!!!
E hoje nós quisemos. Fizeram-se 300 Km para lá e outros tantos para regressar.


Normalmente a família reúne-se pelo Natal. Então hoje (ontem, domingo), nós fizemos com que fosse Natal.



Acho que o próximo deve ser para Agosto.
Só falta saber se conseguimos que vá o resto todo... Arre... que é dificil juntar tanta gente.

Sunday, June 28, 2009

Sonhos...


Sonhos...
Podem durar segundos muito breves, ou até largos minutos.
Podem ocorrer uma única vez, ou podem repetir-se várias vezes, durante várias noites, espaçadamente ou mais a míude...

Às vezes lembramo-nos deles, com mais ou menos nitidez... outras temos a sensação que sonhámos com algo, mas não recordamos o quê... E outras então, nem sequer recordamos que sequer sonhámos.


Ao longo dos anos, e principalmente desde que presto mais atenção a algumas coisas, noto que os meus sonhos sempre tiveram caracteristicas não muito usuais, desde retratarem coisas que mais tarde ocorriam. Desde me prevenirem para alguma coisa, factual ou relacional.

Na sua grande maioria eu não me recordo com o que é que sonhei, e quando me recordo, recordo-me nos minutos logo após ao meu despertar, e logo a seguir tudo se esvai na memória e com o tempo...

Mas, fora do que é habitual, tive um sonho do qual não me recordava ao acordar, e do qual me recordei a sensivelmente meio do dia, ao ver uma foto. E de repente o sonho veio à minha cabeça como um filme, mas um filme cuja história não me recordo nunca de ter visto em alguma produção.

Mesmo já tendo passado alguns dias, não me recordo da totalidade do sonho, mas recordo-me de grande parte do mesmo, de vários detalhes... e recordo-me principalmente da sensação que despoletou tudo o que «vivi» no sonho...

Tenho que ir ver do livro do Avôzinho de Viena, para ver se encontro alguma explicação...

Thursday, June 25, 2009

Dia de Estrelas!!!


De facto o dia de ontem, 24 de Junho 2009, foi o verdadeiro dia 5 Estrelas.
Embora também o pudesse designar como um dia digno do Céu sem nuvens... Totalmente repleto de estrelas.
O dia ontem foi mesmo do melhor, risadas, gargalhadas, palhaçada pegada, de balcão para balcão.
Mas as maiores estrelas do firmamento de ontem, foram aqueles abraços e beijinhos... R.D.J.S.M.

Tuesday, June 23, 2009

Agenda...


Bem, a minha agenda está tão desactualizada e tão desorganizada que nem parece minha.
É linda. Tem tudo devidamente apontadinho, mas ainda está tudo a lápis, e ainda não está nada ccolado (do que é para colar).

Hoje lá vão mais umas anotações, também ainda a lápis, que é mesmo para não esquecer.

Mas pronto, lá terei mesmo que me aplicar a compor a coisa, que eu adoro estas minhas agendas.

Ai Ai... quase quase... Contagem decrescente...
Falta 1 dia...
Faltam 5 dias...
Faltam 11 dias...

Ai Ai...

OBRIGADA


Obrigada, pelo abraço carinhoso, protector, amigo, rejuvenescedor, revitalizante, e quente. Que me escondeu e me fez sair do Mundo por momentos. Obrigada pelos beijinhos do tamanho do mundo, que me encheram o coração de felicidade e de mimo.


Obrigada, pelos beijinhos que carinhosamente vieste dar com um sorriso aberto de alegria.


Obrigada, pelo ar envergonhado, com um sorriso gigante. Pelos beijinhos e abraço que me encheu de alegria, e me trouxe à memória tantos momentos de alegria.


Obrigada...

Pétalas...





A VIDA POR FORA DE NÓS É UM REFLEXO DAQUILO QUE SOMOS POR DENTRO.


De facto se pensarmos um pouco, esta frase revela um pouco da realidade de cada um de nós. Pessoas que estão em festa e felizes consigo mesmas, parece que estão sempre em festa e felizes com tudo e todos que as rodeiam, e aparentemente só atraem a si coisas positivas e de boas energias.
E o inverso também ocorre. Pessoas que estejam mais tristes ou que não se sintam tão bem, parece que a sua vida é uma confusão de más energias, e de complicações.
Assim, devemos todos fazer um esforço, para nos sentirmos o melhor possível conosco mesmos, e com o que somos, pois por certo iremos sentir-nos bem melhores e tudo à nossa volta parecerá muito mais alegre e risonho.

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Saturday, June 20, 2009

Para ti...


Ora bem.
Tu vê lá. Eu sei que o teu telemóvel é completamente chanfrado. Culpa das milhentas sms trocadas. Mas o que podemos fazer? Impossível mantermos o silêncio muito tempo, e quando a obrigação o dita, existem as cartas. Ah pois é!!!!!
Por isso eu te recordo:
Atirar o telemóvel pela janela não é boa política. Tal como não foi quando o atiraste contra a parede.
Vai mas é à loja, fazer actualização do software, que a coisa resolve-se...
PS: Vamos ver se a partir de Julho, passamos a ser 4 a acreditar? (Sim, porque em, não sei quantas mil pessoas que estavam naquele estádio. Serem só vocês os 3 a acreditarem, não está com nada). Autorizas-me a ir?? :P LOL Sim eu vou actualizando sempre... todos os resultados.
BEIJOS
PS: O que não nos mata, torna-nos mais fortes. E tu, ficaste bem mais forte. A tua força de vontade, e mau feitio, vão te fazer passar a tudo, e depois vão te ajudar a fazeres a tua escolha, e a conseguires concretizá-la.
E sim claro, la vai agora a sms, para continuarmos a conversa de há pouco. Mais uma razão para não escavacares o «equipamento». LOOL!!!

Só por hoje, não me irrito/aborreço.
A irritação e a raiva desarmonizam e criam doenças no corpo. Seria de grande sabedoria aprendermos a tranformar estas energias, lidando construtivamente com elas.

Friday, June 19, 2009

Saudades... Esperanças... Projectos...

Em breve completar-se-ão 6 anos.
Aquelas 2 semanas tão especiais, mudaram muita coisa em mim. Na minha maneira de ser, na minha maneira de encarar as pessoas e a vida.
Olhando a esta distância, digo com toda a convicção, FOI A LOCURA!!!!

Sabe muito bem pegar nas fotos, e relembrar determinados momentos. Sabe muito bem, pegar e mexer nos objectos que remetem para aqueles momentos e para aquelas memórias. Lembrar certas e determinadas expressões, que eram daquele momento, daquele tempo, daquelas pessoas.

Mas o Passado, é no passado que deve continuar. Não podemos querer que ele venha e ocupe o momento Presente, pois não será por certo igual.

Enfim, uma coisa é certa daquele período muitas amizades ficaram, muitas amizades ainda restam. E o espírito ainda existe e o que nos uniu, mantem-se até agora.


E o tempo passou... E agora eis-me assim, perante o começo de um novo projecto que por certo irá ser pelos menos tão bom como o de há seis anos. Embora não sejam linearmente, nem aparentemente similares.
O espírito com o qual ingresso neste, é quase o mesmo. Mudou a idade, os conhecimentos de algumas áreas especificas (e que há seis anos teriam alterado algumas situações no minímo hilariantes), mas a vontade de dar o melhor, para erguer o mais possível o nome da Nação, está cá. A vontade de tirar o máximo partido duma experiência que será, porventura única, essa é inigualável.
A ver vamos... Será que de facto vou conseguir ficar exactamente no que pretendo??? Atrever-me-ia a dizer que sim :D


Se há menos de seis meses, bem no começo do ano, alguém me tivesse dito, que este ano de 2009, ia ser assim, com planos, projectos, eu por certo diria a essa pessoa que ela por certo não estava bem... E se isso tivesse acontecido, hoje estaria a dar a mão à palmatória.

Bem, vamos ver no que dá.
Mas uma coisa é certa, o equipamento está pronto, e as pastilhas para as dores de garganta a postos, para manter um apoio incondicional.

Friday, June 12, 2009

Quem iria dizer ou sequer mesmo pensar que nos reencontraríamos assim…?
Quem me visse naqueles preparos poderia pensar que tinha surtado de vez, assim naqueles preparos… Calças gastas dobradas até aos joelhos, topo que deixava ver todas as minhas costas, e sentada no chão da sala.
Não estou sozinha. Estou à conversa com ela, trocamos ideias sobre tudo e sobre nada, poder-se-ia dizer que estamos a «jogar conversa fora», mas na verdade não o considero desse modo. Afinal não nos conhecemos assim há tanto tempo, mas simpatizámos e acabamos por aproveitar este momento sós, sem a voz masculina dele, para nos conhecermos um pouco melhor.
Hoje começámos a conversa pelo actual passatempo de ambas, diversão e tornar o sítio onde estamos, um bocadinho mais engraçado, e pessoal. Ela pediu-me que pintasse uma tela para por ali, na sala, e hoje esse é o plano, pintar a bendita tela. As duas sentadas no chão da sala, com uma série de tintas de variadas cores, e eu com uma tela à frente.
Enquanto eu tendo decidir o que pintar, ela vai contando porque estamos sózinhas. Ele foi buscar o Outro, vinha hoje para se lhes juntar naquela casa. Que não vinham só os dois, Ela e Ele, mas um Outro, terceiro, também vinha, mas que ainda tinha ficado em casa porque tinha umas coisas a terminar e assuntos a resolver.
A música, que sempre fez parte dos nossos momentos desde que Ela e Ele chegaram, normalmente em tom baixo apenas para dar ambiente, interrompe a minha ligação ao raciocínio d’Ela, e sigo o novo rumo ditado pela música. A música fez-me voar para o passado, recordei momentos bem dispostos, e deu-me a inspiração para fazer a tela… Ela percebeu a minha descolagem para um sítio longe daqui e deixou-me ir na minha viagem.

A tela ficou linda…

Thursday, June 11, 2009

Madrugada.
Sem motivo aparente, estremeci na cama e acordei. Há já muito tempo que tal não acontecia. Sem me mexer, tento recordar se teria deixado alguma janela aberta. Tenho a certeza que não. Não oiço qualquer barulho, pela janela ainda não há claridade suficiente para que a madrugada esteja quase a dar o seu lugar ao dia…
Apercebo-me que a luz do telemóvel acendeu… Procurando mexer-me o mínimo possível, tento ver o que aconteceu… Chegou uma mensagem escrita. Não estava com som, nem sequer para vibração, logo não foi isso que me acordou… O que terá sido?
Decido-me por me mexer, mas apenas o suficiente para alcançar o telemóvel. Assim o faço. Mexo-me da posição confortável, apenas para alcançar o telemóvel e de novo voltar a procurar uma posição confortável, ainda antes de ver a mensagem. Fico finalmente confortável. Abro a mensagem…
Mas… Que raio, porque será que acordei a tempo de ver esta mensagem quase instantaneamente?? Será que devo responder de imediato? Que devo eu responder? Bem, se algo me fez acordar para ver esta mensagem assim, é porque deverei responder. Só não sei bem o quê… Afinal, esta mensagem pode querer significar variadas coisas, e não quero nem interpretar mal, nem ser mal interpretada. Paro para pensar, por alguns segundos…
Dou por mim a tremer… Mas por que raio estarei eu a tremer com uma simples mensagem escrita…?

Bem, tento afastar perguntas que sei que me vão tirar o sono, se continuar a batalhar nelas. E tento encontrar a resposta para dar à mensagem… Opto por uma resposta sincera, sem ser pensada apenas sentida. Envio.
Olho para o relógio, que marca o envio da minha resposta, e vejo a que horas deu entrada a mensagem inicial. Apenas três minutos as separam… Será que irei obter nova resposta? Só sei que será difícil tornar a adormecer, e ainda faltam demasiadas horas para que a madrugada dê lugar ao dia….




E a mensagem que não chega...

Monday, June 08, 2009


Cansada... Moída...
Haja pequenas frases de incentivo que me dão ânimo... "If was easy, will be called..."
Ah Ah
Bem, ao mesmo tempo, pequenas actualizações.
Uma das melhores formas de manter o contacto com alguém que está longe, é por meio de cartas, quando as mesmas não podem ser enviadas e/ou recebidas, podemos guardá-las e depois quando tudo terminar entregá-las a quem se destinam, para que a pessoa possa ficar devidamente actualizada.
Uma dúvida que sempre pairou, finalmente tomou corpo, porquê a necessidade de algumas pessoas se fazerem maiores do que na realidade são? Não percebo... será que pensam que é o local onde dizem morar, trabalhar, ou viver que lhes vão garantir mais amizades? Será que pensam que o dinheiro que aparentam ter os vais tornar mais humanos, mais apetecíveis às amizades??? Enfim... Perguntas boas para algum eventual filósofo se dedicar a elas... Caso não tenham nada mais de interessante para fazer... Ah Ah!!!!
PS: procuram-se férias será que alguém tem algumas para dispensar? Ou mesmo alguma qualquer engenhoca que faça parar o tempo...
PS2: Tou com vontade de voltar aos meus textos... Aqueles textos...

Direto & Dever

O primeiro acto eleitoral do ano já foi... Ontem.
Foi um dia longo, começado às 7:00h da manhã. Terminou pouco depois das 20:00h. Ora em pé, ora sentada, foi um dia em que se verificou pouco movimento e pouca afluência...
Mas pronto, se à primeira vista não foi muito cansativo, moeu bastante...